Autor: AI COMUNICACAO ASSESSORIA

O Instituto Tartarugas do Delta completou 10 anos de existência no último dia 9 de julho e só agora será reconhecido por lei sua utilidade pública. O projeto é de autoria do deputado estadual Henrique Pires (MDB). A entidade desenvolve desde 2012 trabalhos de pesquisas, envolvimento comunitário, conservação e educação ambiental com tartarugas marinhas no litoral piauiense.

Segundo Werlane Mendes, bióloga e vice-presidente do Instituto Tartarugas do Delta, o reconhecimento vai permitir que a instituição tenha mais visibilidade perante a sociedade civil, quanto a prestação de serviço socioambiental realizada com animais ameaçados de extinção no litoral do Piauí. “Vale ressaltar que estamos falando de uma extensão de praia que compõe a unidade de Conservação Federal APA Delta do Parnaíba que precisa ser protegida para garantir os serviços ambientais desenvolvidos por este ecossistema e sua biodiversidade”, explica.

Henrique Pires explica a principal motivação para apresentar a proposta foi possibilitar que o Instituto tenha condições de firmar parcerias importantes de acordo com o que a legislação exige. “É uma entidade de grande importância para o nosso litoral e para o Piauí como um todo, necessita do apoio do poder público e o primeiro passo foi dado com a ação Legislativa, editar a lei reconhecendo a utilidade pública”, avalia o deputado, que também é presidente do MDB Sócio Ambiental ao nível nacional.

Através do título de utilidade pública a instituição pode buscar alternativas para conseguir fomentar as atividades de pesquisa e conservação realizada no litoral piauiense, através de possibilidades de receber doações de pessoas jurídicas, participar de editais, receber recursos públicos bem como, fortalecer o diálogo com o poder público (politicas públicas).

CONHEÇA MAIS SOBRE O INSTITUTO

O Instituto Tartarugas do Delta é uma instituição sem fins lucrativos que foi fundada no dia 9 de julho de 2012, com o objetivo de desenvolver trabalhos de pesquisas, envolvimento comunitário, conservação e educação ambiental com tartarugas marinhas no litoral piauiense. Vale ressaltar que estamos falando de uma extensão de praia que compõe a unidade de Conservação Federal APA Delta do Parnaíba que precisa ser protegida para garantir os serviços ambientais desenvolvidos por este ecossistema e sua biodiversidade. O trabalho de conservação de tartarugas marinhas realizados pelo Instituto Tartarugas do Delta contribuiu para apresentar o litoral piauiense como uma área importante de reprodução no cenário nacional.
O menor litoral da costa brasileira apresenta características ambientais relevantes que permite ser um sítio de desovas das cinco espécies de tartarugas marinhas que frequentam o Brasil, principalmente da espécie criticamente ameaçada de extinção, conhecida como tartaruga-de-couro. As atividades de conservação realizada pelo Instituto ajudam na preservação das espécies, manutenção dos ecossistemas costeiros e contribui com o processo de gestão da unidade de conservação.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que, no Brasil, 15% das mulheres ou sete milhões, sofrem com a endometriose. Mesmo assim, há uma grande dificuldade no diagnóstico do problema. A endometriose é uma condição que pode ser muito dolorosa, causando sérias dificuldades na vida da mulher. O caso da cantora Anitta chamou atenção para o problema e colocou o tema em debate.

A endometriose ocorre quando o tecido uterino cresce fora do local correto, antes mesmo que a menina tenha sua primeira menstruação. Nos casos mais graves, elas acontecem não só quando o tecido do endométrio está presente em outros órgãos, mas também quando está fixado de forma profunda naquela determinada parte do corpo, chegando a crescer e a se fixar em um determinado órgão. Esta condição, causa danos profundos em pontos como bexiga, reto, ovários e trompas.

Segundo a ginecologista do Sistema Hapvida, Eduarda Viana, existe uma dificuldade clínica de diagnóstico da endometriose. “Cólica é um sintoma muito comum no dia a dia do médico ginecologista. Se não se suspeita de endometriose, não tem como realizar investigação adequada, pois os exames que identificam o problema devem ser realizados por profissionais especializados na área de endometriose”, explica a especialista.

Mas a associação de alguns sintomas pode ser um sinal de alerta importante para a mulher. Entre eles, estão a dor pélvica incapacitante, dor durante e após a relação sexual, sangramento uterino anormal, dor ao urinar e/ou evacuar e a infertilidade. “Ficar alerta a estes sinais, ajuda muito o profissional a identificar a necessidade de investigação para a endometriose”, acrescenta a médica do Hapvida.

Tratamento – Por conduta clínica, como mudança de estilo de vida, tais como realização de atividade física, dieta anti-inflamatória e uso de medicamentos, como anti-inflamatórios e anti concepcional para melhorar o padrão da menstruação. “Porém, nos casos refratários, a conduta clínica ou em pacientes bastante sintomáticos, nas quais os sintomas estão prejudicando a qualidade de vida da paciente”, explica Eduarda Viana.

O presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) deputado Henrique Pires (MDB) adiantou seu parecer ao projeto de lei do Governo do Estado que prevê a prorrogação da concessão do transporte alternativo no Estado, alterando a Lei nº 5.860, de 1º de fevereiro de 2009.
Segundo o deputado o parecer favorável pela constitucionalidade da matéria se deve ao grande interesse o interesse público. “Estamos aqui propiciando a continuidade de um serviço público considerado essencial, transporte alternativo de passageiros, sem restringir direitos”, confirma Henrique Pires.
A prorrogação por prazo estipulado de 10 anos das permissões para a realização do serviço de transporte alternativo intermunicipal de passageiros vai beneficiar a população mais carente, especialmente a que se desloca dos municípios chamados dormitórios para trabalhar nas cidades de maior estrutura. “Sem falar também na atual conjuntura em que o transporte tem pesado no orçamento da população e retirar essa opção seria prejudicar sobremaneira as pessoas mais carentes”, explica.
O relatório final do deputado deve ser apresentado na próxima reunião da CCJ. “E tenho certeza que a matéria terá total apoio da Casa”, finalizou o deputado.



Entre as consequências causadas pela pandemia da covid-19, a situação de adolescentes e jovens chama atenção para a saúde mental. Uma pesquisa realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) referente ao ano de 2021, revelou que 19% dos adolescentes e jovens entre 15 e 24 anos se sentem mais deprimidos ou sem interesse em fazer as coisas. No Brasil, esse percentual é maior, chegando a 22%. Esta situação já levou 90% dos países pesquisados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a incluir saúde mental e apoio psicossocial em seus planos de resposta à Covid-19, mas permanecem grandes lacunas e preocupações.

Segundo o psicólogo do Sistema Hapvida, Carol Costa Júnior, a explosão de doenças mentais relacionadas à pandemia da covid-19 é ainda mais acentuada entre os jovens. “Foi difícil para todo mundo. Ainda estamos nos adaptando e, principalmente, para os jovens que viram toda a dinâmica mudar e de repente perder toda uma liberdade”, explica o especialista. Para Carol, o desencadeamento de muitos transtornos sócio-emocionais agravaram o processo de saúde mental.

Ele explica que um dos transtornos mais comuns entre os adolescentes é a ansiedade e chama atenção para o fato de que vários sinais são dados e que é preciso ficar atento a eles. “A gente começa a ver sinais não só da ansiedade, como da depressão. Muitos começam a ter insônia, o sono fica logo impactado; seja dormir muito ou dormir pouco. Choro fácil, taquicardia, tremores, sudorese e dores no corpo. Isso a gente chama de psicossomatização. Vamos ficar atentos a estes
sinais que são os mais comuns”, explica.

Sintomas e cuidados – Carol Costa Júnior explica que, além de estar atento aos primeiros sintomas, é necessário distinguir a situação de ansiedade comum e, também, da situação que atrapalha a vida, tirando o jovem da sua rotina. “Além do suporte emocional dos pais, familiares e amigos, é essencial ter o auxílio dos profissionais que lidam com este público, diariamente, como por exemplo, os professores, que podem ajudar a identificar possíveis problemas ou riscos com o aluno que esteja passando por essa situação”, explica.  Carol explica que somente essa ajuda vai encaminhar corretamente o tratamento que em alguns casos necessita da indicação de medicação e só o psicólogo pode encaminhar o paciente à ajuda médica especializada.
Libk para vídeos do profissional falando sobre o tema

Os 60 anos da Psicologia foram homenageados na última sexta-feira, 24 de junho, na Câmara Municipal de Parnaíba. Em alusão a este marco da categoria, foi promovida uma sessão solene na Casa Legislativa, a homenagem deu início às celebrações do Conselho Regional de Psicologia da 21ª região pelo Piauí, os eventos englobarão diversos municípios, alavancando a essencialidade da profissão para a saúde pública em geral.

A homenagem foi proposta pelo vereador David Soares, que enalteceu a profissão e a sua importância para a sociedade em geral na difusão da saúde mental. O ato contou com a presença de psicólogas (os) de Parnaíba e cidades circunvizinhas, professoras (es), sociedade civil e autoridades.

Pelo CRP 21, estiveram presentes na mesa de honra, a conselheira presidente, Juliana Barbosa Dias Maia, o conselheiro tesoureiro Carlos Alberto Matos e o conselheiro Rodrigo Lopes Damasceno. Emocionada, a conselheira presidente lembrou sua identificação com Parnaíba e o trabalho em torno da implementação do curso de Psicologia no Piauí. “A Psicologia foi conquistada com base em muita luta”, disse.

Fazendo uma linha do tempo da profissão no Piauí, destacou que a comemoração neste ano é em dose dupla, pois também abrange os 9 anos do CRP21. “Em 2022, estamos promovendo uma comemoração dupla, além dos 60 anos da Regulamentação da Psicologia no país, estamos comemorando os 9 anos do CRP 21, do nosso desmembramento do Ceará, isso só foi possível através das (os) psicólogas (os) que chegaram até nós e pudemos fazer uma Psicologia piauiense”*.

Os primeiros profissionais da Psicologia no Piauí chegaram em meados de 1970, assim a conselheira relembrou que não havia curso no Estado e que os filhos da terra tinham que buscar a formação longe daqui. “Temos aqui (presente na solenidade) um dos percussores, o Psicólogo Carlos Alberto Matos da Silva, que também atuou na gestão, se tornou tesoureiro e esteve presente em diversas lutas”.

Aprovação do indicativo da jornada de 30 horas

No Piauí, a psicóloga presidente destacou o empenho da atual gestão na aprovação do indicativo da jornada de 30 horas no Estado, sendo o primeiro do país a avalizar uma matéria do tipo.

A proposta das 30 horas foi construída pelo CRP21, sendo acolhida pelo deputado estadual Fábio Novo, que apresentou o indicativo na Assembleia Legislativa.

Nesse sentido, a luta agora é para que a governadora Regina Sousa devolva o indicativo como projeto de lei, para que possa ser votado novamente pelos parlamentares, e assim a jornada seja devidamente implementada. “A governadora Regina Sousa deve assinar nos próximos dias e devolver para a Assembleia, quando precisaremos mais uma vez do empenho da categoria para a aprovação”.

Piso Salarial

Outra proposta capitaneada pelo CRP 21, em vias de ser apresentada no Legislativo Estadual, é a definição do piso salarial da categoria. Na solenidade, a conselheira presidente pontuou que já há o diálogo com o deputado Fábio Novo para que ele apresente a proposição na Assembleia.

Com isso, mais uma vez, o CRP 21 sai na frente em âmbito nacional. Juliana Barbosa Dias Maia ainda pediu o auxílio dos parlamentares para coibir editais com baixos salários para profissionais da Psicologia, de modo que eles sejam valorizados com um pagamento digno.

Por fim, a conselheira presidente convidou todas (os) a se unirem ao CRP na luta pela valorização da categoria, inclusive na articulação contra os baixos salários em editais Piauí afora. “De nada adianta saúde orgânica sem saúde mental, por isso a Psicologia é uma profissão de tamanha importância”.

A sessão foi presidida pelo presidente da Câmara de Teresina, Carlson Pessoa e secretariada pela vereadora Neta Castelo Branco. À Mesa de Honra também fizeram assento o vereador David Soares, e a secretária municipal de Saúde, Leidiane Pio Barroso.

Também estiveram presentes o vereador Ronaldo Prado, o presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Paulo Armando, a professora do Curso de Psicologia da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar), Fabiana Monteiro, o vice coordenador do Curso de Psicologia da UFDPar, João Paulo Macedo, a pró-reitora de Ensino da UFDPar, Milka Meireles e da coordenadora do Curso de Psicologia da Uninassau, Vanessa de Melo, além de demais representantes da Psicologia no Piauí.