A horta orgânica da zona rural de Caracol é só um dos exemplos de uso da água dos sistemas de abastecimento que foram implantados em vários municípios do Piauí através da atuação do ex-presidente da Fundação, o piauiense Henrique Pires.

Em Caracol, a mais de 600 km de Teresina,  os moradores das comunidades beneficiadas estão aproveitando sistema de abastecimento implementado pela Funasa (Fundação Nacional de Saúde) para fazer o plantio de hortas orgânicas. Em Caracol foram 3 milhões e 400 mil pela Funasa, 19 sistemas de abastecimento de água. Só na comunidade Travessão, por exemplo, são 72 casas beneficiadas. Também no município de Avelino Lopes, onde mais famílias aproveitaram a água dos sistemas para realizar o plantio de hortas. Outras cidades como Miguel Alves, onde a Funasa, durante a gestão do piauiense, implantou o maior sistema de abastecimento d’água da história da própria Fundação, mais de

 Segundo Henrique Pires a iniciativa das famílias piauienses está proporcionando uma revolução no aproveitamento da água é para consumo humano, mas o cultivo das hortas necessita de pouca água”, explica.  Em Caracol a horta da comunidade Alto dos Prisilinos já está proporcionando renda àquelas famílias.  Henrique Pires destaca que a ideia dos agricultores é pioneira e demonstra que uma ação pontual pode trazer mudanças significativas para as comunidades rurais do sertão.

 “Eles aproveitaram um benefício que tinha um foco específico e o ampliaram. Isso é muito importante e deve ser louvado, deve ser copiado porque é o sertão e a Funasa,durante minha gestão,realizou inúmeras obras, como esta que foi feita em Caracol, em várias outras cidades do Piauí”,explica.

 O plantio da horta do Alto dos Prisilinos é totalmente orgânico. Não houve compra de sementes selecionadas, eles usaram sementes dos alimentos que compraram da feira local. Tem cheiro-verde, limão, banana, cana, tomate, alface e pimentão. A produção está tão boa que eles vão começar a vender, já existem alguns produtores interessados em comprar deles para vender em outras localidades.

Ao todo serão R$ 851,9 milhões investidos de recursos do Governo Federal 

Com o intuito de promover melhorias na mobilidade urbana e infraestrutura de Teresina, o Ministério das Cidades tem uma cartilha de contratos aprovados na ordem de R$ 851,9 milhões na capital piauiense. Os projetos foram destacados pelo secretário de Saneamento Ambiental da pasta, Henrique Pires, consolidando a expansão metroviária, a qualificação viária de diversas zonas do município, entre outras intervenções.

“São ações do Governo Federal que muitas vezes passam despercebidas e que estamos acompanhando junto  pasta e junto ao Ministério. São investimentos importantes que contem com apoio do presidente Michel Temer e de grade impacto pois tratam da área do PAC Mobilidade”, afirma.Os empreendimentos a cargo do Ministério das Cidades buscam concretizar avanços para a população, atendendo a antigos pleitos dos piauienses. Em tal âmbito, a etapa inicial do Plano Diretor de Transporte Urbano e Mobilidade é o projeto mais avançado, com execução de 91,18%. A previsão é que esse empreendimento seja concluído em 30 de janeiro do próximo ano.

Outras obras prestes a serem concluídas são: a pavimentação e qualificação de vias do Parque Brasil II e III; além da pavimentação e recapeamento de vias do bairro Portal da Alegria, localizado na zona Sul de Teresina. Juntos, esses empreendimentos somam investimentos de R$ 7,4 milhões. Diante da importância da cartilha de contratos e do cumprimento dos prazos para sua execução, Henrique Pires indicou que estará percorrendo os empreendimentos, de modo a garantir a celeridade e eficiência dos trabalhos.

Liberações chegam a R$ 134,8 milhões.

Para se ter uma ideia do impacto das intervenções em Teresina, o valor liberado com os contratos no município já atinge R$ 134,8 milhões. Assim, entre as obras em execução está o Corredor Norte II, que possui investimento total previsto de R$ 11,3 milhões. Neste caso específico, há algumas pendências a serem resolvidas para agilizar a execução da obra, de modo que a Prefeitura pretende alterar o projeto de ciclovia inicialmente elaborado.

Para a pavimentação e qualificação de vias urbanas a liberação chega a R$ 12,5 milhões e a conclusão depende apenas de pequenos ajustes na sinalização em alguns pontos. Até o momento, 36% do empreendimento foi concretizado em Teresina. Essa obra deve beneficiar moradores de diversos bairros, possibilitando uma melhor trafegabilidade. Cabe indicar que todos os contratos são do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC Mobilidade), sendo considerados primordiais para o desenvolvimento urbano local.

Secretário quer destravar operações

Com pendências burocráticas para o início das obras, o secretário de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Henrique Pires, indicou que estará visitando os empreendimentos e buscará destravar a liberação de recursos para obras orçadas em R$ 601,3 milhões. Intervenções significativas estão previstas com esse montante, como por exemplo, o Viaduto da Barão de Gurgueia, na BR-316, onde as aplicações chegarão a R$ 29 milhões, no intuito de desafogar o trânsito na região. Para o começo da obra, é necessário apenas a finalização do contrato da empresa vencedora da licitação. A ideia é que tanto o ministro das Cidades, Bruno Araújo como o secretário nacional de mobilidade, José Roberto Generoso possam vir a Piauí verificar o andamento das obras.

“Pretendemos visitar as obras que estão em andamento junto com o ministro e levantando ainda os dados e informações sobre os recursos que estão paralisados para saber em que parte do processo não se pode dar continuidade para as liberações para poder destravar estes recursos”, acrescenta.  Outra obra pendente é a construção da segunda ponte da avenida Poti, dotando investimentos de R$ 37,7 milhões. Nesse caso resta a finalização do processo licitatório, que se encontra em fase de análise técnica das propostas.