É comum pessoas que sofrem de ansiedade ter que lidar com a desorganização e bagunça do espaço quando a sua ansiedade está no auge. Os casos de pessoas que se veem em um labirinto em meio a desordem são comuns, porque ansiedade e desordem frequentemente andam juntas. Estudo publicado no Boletim de Personalidade e Psicologia Social, concluiu que a confusão às vezes se traduz em um sentimento de depressão, especialmente se outras pessoas comentarem a bagunça. A desordem muitas vezes significa que há muitos estímulos em seu ambiente, o que por sua vez, torna difícil se concentrar.
O problema central, segundo profissionais da saúde, não é a desordem em si, mas como a pessoa reage à situação. Se a desordem é paralisante e impede as pessoas de realizar atividades corriqueiras precisa de investigação profissional, pois pode existir tanto um quadro de transtorno obsessivo compulsivo grave como um caso de ansiedade que precisam ser tratados.
Segundo o psicólogo Carol Costa Júnior, do Sistema Hapvida, a desorganização pode ser indicador até de uma depressão. “A pessoa fica muito largada, não se preocupa com as coisas, muito jogado, começa a inclusive a não prestar atenção na própria higiene pessoal. Desorganizado com si próprio, com questões de horário, com as relações interpessoais, aí talvez sim, seja um comportamento patológico no sentido de que as coisas não estão indo bem”, explica
Ele explica ainda que é importante essa percepção por parte dos pais no caso das crianças e dos adolescentes, dos amigos para que o apoio se faça efetivo. “Perceber, tentar chegar nessa pessoa da melhor forma possível para que essa pessoa busque ajuda”, acrescenta.
Excessos devem ser investigados
Seja na organização ou na desorganização, o equilíbrio, segundo o psicólogo, é chave na identificação do problema. Desorganização demais e obsessão por organização não são bons sinais. “O excesso na busca dessa organização também é indicativo de ansiedade. Então você começa a transferir aquela angústia para uma atividade e essa atividade pode ser a busca da organização. Lembrando que há um estado natural onde nós buscamos organizar o ambiente, mas quando isso se torna obsessão já se torna um comportamento patológico. Se você apresenta um excesso determinado comportamento já é um sinal. Então há um desequilíbrio já é o indicativo de algo que esteja acontecendo”, afirma. Além de buscar ajuda profissional é possível tomar algumas atitudes que podem ajudar com o problema:
Analise como a confusão lhe prejudica
Pensar em como, especificamente, a desordem está interferindo nas atividades e objetivos. Diminui o seu espaço? Interfere que encontre objetos importantes? É importante ter o seu espaço arrumado para se sentir bem no local? Assim será possível concentrar os esforços na organização do espaço correto pelos motivos certos.
Peça ajuda
Pode parecer bobagem pedir ajuda para se organizar, mas não é. Pelo contrário, é recomendado por profissionais que o problema seja dividido com alguém. Na falta de um profissional procure ler sobre o tema e pôr em prática as orientações de artigos confiáveis.
Um passo por vez
Não tentar fazer tudo de uma vez e ir ultrapassando etapas. Começar por pequenos passos como escolher uma área menor para organizar. Se você se sentir ansioso enquanto está em meio a organização, tente fazê-lo em intervalos curtos de tempo, seja 15 minutos por dia, ou 1 hora, uma vez por semana, ou melhor, o que funcionar para sua programação. Expandir lentamente a duração das sessões de organização.
O deputado estadual Henrique Pires (MDB) esteve em Batalha para a assinatura da ordem de serviço para a realização da obra de abastecimento d’água na localidade Poção. Serão investidos R$ 300 mil dentro do Programa de Investimentos Pro Piauí. “Esta á uma obra que já vem sendo aguardada e estava assegurada, mas teve o começo adiado por conta da pandemia”, explicou.
Durante o encontro com os moradores da comunidade o deputado explicou que quando foi presidente nacional da Funasa chegou a liberar recursos para obras de esgotamento nos municípios, mas a época o secretário estadual das cidades não conseguiu dar andamento ao projeto. Para garantir a 1ª etapa foram assegurados recursos da ordem de R$ 10 milhões no Orçamento de 2022, do qual o deputado foi relator.
“Conseguimos essa garantia com o governador Wellington Dias que tem atendido nossos pleitos aqui para o município”, acrescentou o deputado. A visita aconteceu na última segunda-feira (3) e contou com a presença da ex-vereadora Fátima Pires, do vice-prefeito de Batalha, Adão, do vereador Luís Miranda e do secretário do Meio Ambiente, Paulo Pires.
Solidariedade é uma palavra que precisa ser vivida na prática. Neste dezembro, centenas de pessoas enfrentam dificuldades em decorrência das chuvas na Bahia. Por isso, os executivos da empresa, consternados com a situação, se reuniram e organizaram uma mobilização para doação de 1.784 cestas básicas, sendo que cada cesta pesa 7,65 Kg. O caminhão com as cestas será entregue na associação Voluntárias Sociais da Bahia, no dia 30/12, às 13h, para distribuição nas regiões mais atingidas. A associação tem como presidente a primeira dama do estado, Aline Peixoto.
Para o presidente do Sistema Hapvida, Jorge Pinheiro, é fundamental o envolvimento de toda sociedade em situações tão extremas de calamidade. “A solidariedade faz parte da nossa missão. Ao todo, são 13,65 toneladas de alimentos doados. Isso promove esperança de dias melhores. Espero que outros grupos, empresas e pessoas possam ajudar quem mais precisa nesse momento. Se cada um ajudar um pouquinho podemos diminuir todo esse sofrimento. Nossa total solidariedade ao povo baiano”, destaca Jorge Pinheiro.
Além desta doação, a companhia disponibiliza pontos de coletas de alimentos não perecíveis em suas unidades no estado, para que outras pessoas possam colaborar.
O Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público do Piauí firmaram um termo de cooperação para acabar com os lixões abertos no Estado. A medida leva em consideração a Política Nacional de Resíduos Sólidos, disciplinada pela lei nº 12.305. Estimativa feita pelo TCE-PI aponta que 90% dos municípios piauienses têm lixões, ou seja, não destinam de modo correto os resíduos sólidos.
Desde 2012 o Piauí conta com a expertise da Sterlix Ambiental e Raiz Soluções em Resíduos, pertencente ao Grupo Natus Ambiental, fomentando a gestão de resíduos de maneira eficiente e segura, sem danos ambientais e observando os parâmetros exigidos na Política Nacional de Resíduos Sólidos. Nesse âmbito, o coordenador de Engenharia, Segurança e Meio Ambiente da empresa, Rafael Marques, reitera a importância de se ampliar a conscientização quanto à gestão dos resíduos e relata os riscos inerentes ao descarte incorreto do lixo, pontuando a relevância do cumprimento dos parâmetros da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) para uma proteção mais efetiva do meio ambiente.
“Os danos dessa prática são incalculáveis, dentre os principais estão a contaminação do solo, a poluição do ar e os riscos à saúde pública. O descarte inadequado de lixo também leva à formação de ilhas de lixo nos rios, prejudicando a sobrevivência da fauna e flora de diversas regiões”, explica.
De acordo com Rafael Marques, os efeitos podem ser sentidos por muito tempo, visto que alguns materiais, como o plástico, demoram centenas de anos para se decompor. Outro problema causado pelo descarte de lixo nos rios é a proliferação de insetos vetores de doenças, como o Aedes aegypti, que causa a dengue, a zica e a chikungunya. “Isso ocorre devido ao acúmulo de água parada no lixo, formando o criadouro ideal para esse mosquito”, pontua.
Com a marca da sustentabilidade reconhecida há uma década, a SP- Pesquisa e Tecnologia, a Sterlix Ambiental e a Raiz Ambiental se unem no Grupo Natus Ambiental, que nasce com a missão de integrar as três empresas que possuem uma vasta experiência na apresentação de soluções ambientais seguras.
As empresas focam sua atuação na aplicação e o desenvolvimento das tecnologias adequadas para a destinação correta dos resíduos sólidos, conferindo instrumentos que garantam a preservação do meio ambiente.
“A mensagem que a gente quer trazer de modo geral é nossa disponibilidade, nossa coragem de ser parte da solução, enquanto empresas que tratam e têm expertise de dar atenção a gestão de resíduos, e essa convivência permanente com a sociedade, para inserir e respeitar o meio ambiente. Nós trazemos tecnologias inovadoras, e na vanguarda daquilo que há de maior sucesso no mercado”, detalhou Lukano Sá, diretor do Grupo Natus Ambiental.
Com atuação no Piauí, São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, o Grupo diversifica sua atuação em prol de um mundo sustentável, em que a sociedade esteja em total alinhamento com o meio ambiente.
A atuação das três empresas foca em oferecer soluções significativas para a proteção das pessoas, promovendo a saúde, o bem-estar e a proteção ao nosso ecossistema, incluindo a economia circular que busca a transformação e recuperação energética de biomassas orgânicas.
“Nós reaproveitamos os resíduos para que eles possam voltar para a cadeia produtiva, depois de dez anos de pesquisa e desenvolvimento. Em 2021 estamos caminhando com a empresa comercialmente no mercado, e ela veio de encontro aquilo que hoje o mundo está falando que se chama economia circular, que é você poder reaproveitar cada vez mais aquilo que é jogado fora. Por isso, resolvemos unir as três empresas, sempre com olhar para o futuro”, frisou Roberval Battaglinni, diretor do Grupo Natus Ambiental.
Esse conceito de economia circular e o papel preponderante das empresas na oferta de serviços imprescindíveis para a construção de um futuro melhor é sintetizado pelo diretor da companhia, Felipe Melo Martins, que ressalta as similaridades na atuação da SP – Pesquisa e Tecnologia, Sterlix, e Raiz Ambiental, que constituem o Grupo Natus Ambiental. Ele pondera, porém, o uso de distintas tecnologias, o que confere capacidade e expertise para fornecer a melhor opção para cada demanda.
“As empresas estão em uma rampa de crescimento e nós decidimos fortalecer institucionalmente as três empresas, sob o guarda-chuva da marca Natus Ambiental. Com esse reposicionamento a gente espera que realmente fortaleça e una as empresas no mesmo sentido, porque elas trabalham na verdade todas com resíduos, mas cada uma com uma tecnologia diferente”, concluiu.




