Autor: AI COMUNICACAO ASSESSORIA

Recentemente, dez produtores da região de Uruçuí tiveram o reconhecimento de domínio emitido pelo Interpi, os processos devem continuar organizados pela mudança na legislação

Após longos anos de trabalho e produção, uma área de mais de 4.500 hectares, na região do cerrado teve finalmente o reconhecimento de domínio sacramentado pelo Interpi (Instituto de Terras do Piauí).  Os documentos são referentes a áreas pertencentes a 10 produtores diferentes, mas todos do distrito de Nova Santa Rosa, em Uruçuí, 456 km de Teresina.

“É um avanço enorme e representa muito para o produtor. E só está sendo possível após a reformulação da legislação e de um trabalho conjunto do setor produtivo, legislativo, judiciário e do governo”, ressalta Alzir Neto, presidente da Associação dos Produtores de Soja do Piauí, Aprosoja Piauí. A conclusão dos processos junto ao Interpi já foi publicada no Diário Oficial do Estado, no último dia 27 de agosto.

Uma emenda a Constituição do Piauí, aprovada em 2019, modernizou a legislação fundiária do Piauí e possibilitou que muitos produtores rurais pudessem enfim regularizar suas áreas tendo o reconhecimento da Fazenda Pública.

Segundo o Interpi a ausência de comprovação da correta mudança da propriedade coloca numa linha de incerteza se a área pertence ao estado ou não. “ O reconhecimento de domínio tem a pretensão de afastar essa a insegurança jurídica que paira sobre boa parte dos registros de imóveis piauienses”, explica o presidente do Interpi, Chico Lucas.

São várias as exigências da lei para que os imóveis tenham documentação regularizada. Entre elas estão a de que o proprietário demonstre a prática de cultura efetiva no imóvel e a observância da legislação ambiental, em especial quanto às áreas de reserva legal e preservação permanente e também que o imóvel não se sobreponha a territórios tradicionais.   ”Não se trata apenas de o órgão público reconhecer o direito do produtor aleatoriamente. A legislação pela qual a Associação lutou rechaça a figura do especulador e do grileiro. Estamos avançando e temos que reconhecer o trabalho que vem sendo feito” acrescenta Alzir Neto.

Um relatório especial, chamado Walking for Health, recém divulgado pela Harvard Medical School, diz que caminhar ajuda na prevenção de doenças e outras condições de saúde. Segundo o relatório, caminhar apenas duas horas e meia por semana, ou pouco menos de 22 minutos por dia, reduz em 30% risco de doenças cardíacas.

Segundo o cardiologista do Sistema Hapvida, Fernando Giordano, a prática da caminhada traz muitos benefícios, e um deles é a melhora da circulação sanguínea. “Ajuda no controle da pressão arterial, no controle do peso, devido ao gasto calórico e, também, na parte cardíaca, melhora a nossa circulação sanguínea no coração”, explica.

Praticar caminhada ajuda a fortalecer o coração e a prevenir maiores complicações em caso de obstrução das artérias. A prática da atividade física regular, permite que as ramificações coronárias aumentem. “Desta maneira, os efeitos positivos para o coração aumentam e auxiliam na prevenção, caso ocorra alguma obstrução ou infarto”, acrescenta o especialista do Sistema Hapvida.

Seguindo orientações médicas, o servidor Público do Tribunal de Justiça do Piauí Marcos Aurélio Alves,44, pratica caminhada regular já 10 anos e confirma os benefícios do hábito. “Faço caminhada desde 2011 por orientação médica para aliviar os sintomas da ansiedade e de também por causa de intervenção cirúrgica relacionada a hérnia de disco lombar tive que começar e manter uma atividade física que me desse condicionamento e fortalecimento muscular. Como não gosto de academia optei pela caminhada. Ela me proporciona além desses benefícios a redução glucose, dos triglicerídeos e melhora capacidade cardiorrespiratória”, afirma.

O cardiologista lembra que, além dos aspectos físicos, a prática regular da caminhada também ajuda na prevenção e tratamento de problemas de saúde mental, como ansiedade e estresse. “Existe também o fator social, pois a prática da caminhada pode se tornar uma atividade familiar ou entre amigos, proporcionando momentos de lazer. É fundamental a prática de exercício físico de 3 a 5 vezes por semana, de pelo menos 60 minutos”, conclui.

Em reunião com a deputada federal Marina Santos (Solidariedade), a Aprosoja Piauí, (Associação dos Produtores de Soja do Piauí), apresentou um relatório de demandas do Agronegócio do Piauí.
O encontro, ocorrido na manhã desta terça-feira (10), faz parte de uma agenda de trabalho nacional que a entidade iniciou e contou mais uma vez com apoio da representação da Aprosoja Brasil.

“Apresentamos hoje em Brasília a pauta do agronegócio à deputada Marina que se comprometeu com a pauta e se colocou a disposição. Ela também se filiou a bancada da frente parlamentar da agricultura no congresso, a nosso pedido”, conta Alzir Neto, presidente da Aprosoja Piauí.  O da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan, também participou da reunião.

Recentemente os membros da Associação também estiveram com o ministro da Infraesturura, Tarcísio Gomes de Freitas, também apresentando as necessidades do Piauí dentro da pauta nacional do Agronegócio. Um dos intuitos é fomentar a união da bancada federal piauiense em torno do setor, que é um dos mais importantes na economia do estado.

O retorno às aulas presenciais acendeu um alerta dentro de muitas famílias. A realidade de isolamento que a pandemia da covid-19 impôs, agora passa por uma nova fase, que é o medo do desconfinamento entre crianças e adolescentes. A situação pode se tornar um problema de saúde mental grave e pode ocasionar impedimentos para que eles retomem a vida de forma saudável, como, por exemplo, voltar a vida escolar.

O psicólogo do Sistema Hapvida, Carol Costa Júnior, alerta para uma explosão na procura dos atendimentos psicológicos, devido ao aumento de doenças mentais agravado pela pandemia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), antes da pandemia, o Brasil já era o país mais ansioso do mundo e, também, apresentava a maior incidência de depressão da América Latina, impactando cerca de 12 milhões de pessoas.

O especialista alerta que a realidade imposta pela covid-19 está gerando uma multidão de ansiosos e as crianças e os adolescentes foram os mais impactados.

Carol Costa explica que uma alternativa para prevenir que o medo se torne patológico é o diálogo entre pais e filhos e a observação dos comportamentos. “É interessante os pais darem todo apoio e trazerem essa criança, esse adolescente para a realidade. Vale a pena estar com esse medo todo? Se você está tomando todas as orientações que as autoridades sanitárias estão lhe falando, vale a pena você ter este medo? É preciso trazer para o real e aí esse medo irracional a gente já começa a destruir”, afirma o especialista do Hapvida.

Segundo ele, podemos já está na quarta onda, que seria a de doenças mentais, porque a pandemia potencializou muitos traumas que já existiam. Neste sentido, o apoio dos pais é muito importante para que o medo do desconfinamento entre crianças e adolescentes não evolua para ansiedade, depressão ou síndrome do pânico.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas recebeu das mãos de uma comitiva nacional, da qual participa a Associação dos Produtores de Soja do Piauí (Aprosoja Piauí), uma pauta de reivindicações. No documento, apresentado pela Aprosoja Brasil a execução do trecho da BR-330, que liga os municípios de Bom Jesus (PI) e Tasso Fragoso (MA). A rodovia, que ainda está em fase de planejamento, é uma importante rota de escoamento da safra de soja, milho e algodão destinados à exportação através do Porto de Itaqui, em São Luís. Além da 330, os 148 km de asfalto da BR-235 foram apresentados como uma prioridade nacional para o agronegócio. O trecho corresponde a interligação dos municípios de interliga os municípios piauienses de Bom Jesus, Guaribas e Caracol.

A comitiva da Aprosoja Brasil contou com a participação do diretor-executivo da Aprosoja Piauí, Rafael Maschio. As obras viárias apresentadas ao ministro do transporte são de extrema importância para o desenvolvimento da produção de grãos e insumos nos estados do Matopiba, Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. “O Piauí tem uma grande importância neste contexto, por isso todas as representações da cadeia nacional do agronegócio defendem as obras no estado”, explica Rafael.

Na oportunidade, os produtores ressaltaram também a necessidade de federalização da BR 222, que liga a cidade de Chapadinha (MA) a Brejo do Piauí, e a conclusão da ferrovia Transnordestina, que poderá ligar o porto seco instalado no município de Eliseu Martins (PI) a portos marítimos do litoral nordestino. Participaram do encontro, nesta terça-feira (3) o deputado federal Aluísio Mendes (PSC MA), o presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan, o diretor executivo do Movimento pró-Logística, Edeon Vaz, o diretor executivo da Aprosoja Piauí, Rafael Maschio, e o consultor da Aprosoja MA, Marcelo Bueno.